Um novo Papa, uma nova Igreja? Pe. Alberto Brito, sj

A 26 de Março de 2013, treze dias após a eleição do Papa Francisco, três jornalistas que cobriram o conclave — António Marujo, Joaquim Franco e Manuel Vilas Boas — promoveram o  Encontro “Um novo Papa, uma nova Igreja?”, que teve lugar no Centro de Estudos Sociais-Lisboa.

Entre os oradores encontrava-se o P.e Alberto Brito, na altura provincial da Companhia de Jesus em Portugal. Dois anos após, a reflexão do Pe. Alberto apresenta as chaves fundamentais para interpretar o pontificado do Papa Francisco e de como se processam as reformas na Igreja e em Igreja. Vale a pena ouvir. Deixo algumas frase para aguçar o apetite:

“Há uma triangulação que transversalmente percorre toda a história da Igreja que é o carisma, a autoridade e a missão”.

“As mudanças superficiais são rápidas, as mudanças profundas são lentas e quanto mais profundas mais lentas”.

“Não acredito numa renovação da Igreja feita a partir de um decreto de um senhor papa seja Francisco seja quem for. Não é possível, nem é desejável”.

“A mim parece-me que o maior problema do cristianismo é a separação entre a oração e a acção, a vida e a fé”.

 

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